A aldeia do Touro
Touro da boa sorte, toda a Beira
num território a descobrir
Touro é aldeia e sede de freguesia, assente no planalto da serra da Nave,
atravessada pelo rio Côvo, correnteza de costumes e hábitos ancestrais.
A aldeia, encimada pela capela de Santo António, cruz atravessada pela medieval rua Central, paralela ao rio, descendo até Encosta, chegando à ponte do Covo e, já à saída, às Lameiras, que simbolizam o fértil dos campos, em terra de lavoura e granito. “Terra de principio”, é campo e montanha, de carvalhos, trigo e cevada.



Touro, um retalho da Beira Alta
A freguesia é todo um corredor natural, atravessado pelo rio Côvo, que até 800 do século passado se apelidou de Touro, constelação surgida na antiga via romana, que levava para Lamego, cruzando caminhos e povoações.
Adomingueiros, terra fértil de moinhos. Hidráulica e serranias, nas Faldas da Nave, soberania da natureza, numa paisagem que atravessa todo o planalto. Freguesia de corgos, que inundam os campos e provêm lameiros, onde apascenta gado e se irriga a agricultura dos vales.
Terra de oráculos e capelas, de dólmenes e arqueologia, terra antiga de amor, que ergueu santuário ao Senhor da Boa Sorte e escadaria de granito que sobe até à gigante cruz, onde pousa Nossa Senhora, também ela da Boa Sorte.
A Póvoa, lugar de agricultura e de pastorícia, a Cerdeira, das cerejas, Avesseira, do mel, Viduinho da agricultura e da Anta de grande dimensões que simboliza o povo antigo que aqui chegou há mais de 5 mil anos
Adomingueiros
Avessereira
Cerdeira
Lage Gorda
Póvoa
Touro
Viduinho